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terça-feira, 3 de maio de 2016

Pica (ou 'Da Pica à Buceta , Passando Pelos Cus, e de Volta a Pica' , ou ainda, 'Ode à Foda Peidada e Brochada') [APLAUSO INICIAL]

[APLAUSO]
Pica.
Não peida, não.
Seja pica de mulher ou de homem.
Pica não peida.
Entendo perfeitamente quem gosta de pica.
Pica não peida.
Prefiro a buceta, ou o cu alheio,
E a pica própria.
E mesmo que tivesse buceta,
Acho que iria preferir buceta.
Porque buceta acolhe, aceita, e aquece.
Nem que seja um dedinho.
Quando quer.
Mas buceta peida, igual a cu.
É natural peidar,
Quando se usa a buceta ou o cu.
Então homem é igual a mulher.
Pois homem peida também.
Eu também peido,
Alto, de propósito,
Sozinho e escondido.
Ou baixinho, sem querer
E colocando a culpa nos outros, quando fede,
Mas rindo pra dar a pista.
Se peidei, não vou deixar outro levar a culpa,
Não sem chance de defesa.
Também sou igual a todo mundo.
Quando uso o cu.
Mas a pica, não.
Brocha, mas não peida.
Esteja na mulher ou no homem.
Pica de mulher também brocha.
É psicológico, mas brocha.
Só não peida.
Pica não peida.
Seja pica de mulher ou de homem.
Não peida, não.
Pica.
 [APLAUSO FINAL]

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